Hipnoterapia e Auto-hipnose

Hipnoterapia e Auto-hipnose
Treine a sua mente. Mude o seu cérebro. Altere convicções e comportamentos.

23/02/10

Parece que os intestinos também têm memórias...

"O cérebro do intestino

Um grupo de pesquisa em neurónios entéricos do Departamento de Ciências Morfofisiológicas da UEM explica que na parede do intestino existem milhões de neurónios, muito semelhantes aos existentes no cérebro e outras partes do sistema nervoso central.

Os neurónios do intestino, ou neurónios entéricos, são os principais responsáveis pela manutenção e coordenação das funções digestivas, esclareça-se que funcionam em integração e de maneira harmoniosa com os comandos recebidos do sistema nervoso central.

Para dar uma ideia da complexidade e do nível de desenvolvimento dos neurónios que constituem o sistema nervoso entérico, os investigadores exemplificam da seguinte maneira: à medida que o sistema nervoso se foi desenvolvendo surgiram três tipos básicos de neurónios, os sensitivos que captam os estímulos do meio e os conduzem em direcção a centros nervosos onde as informações serão processadas, os associativos que conduzem estas informações para que sejam processadas em diferentes níveis, e os motores que respondem à estimulação. Pois bem, no intestino à semelhança do que acontece no cérebro são encontrados os 3 tipos básicos de neurónios, o que permite a realização de arcos reflexos (passagem de estímulos pelos neurónios sensitivos, associativos e motores) evidenciando uma certa independência de funcionamento. Em termos práticos poderíamos dizer que os neurónios do intestino são até certo ponto capazes de captar informações, processá-las e responder adequadamente conforme a necessidade do momento, é como se "pensassem e tomassem decisões sobre o que fazer" para garantir o bom desempenho das funções de digestão e eliminação das fezes."

in "Medicina Avançada - Dra Shirley de Campos", pelo Dr. Hubner de Miranda Neto

(coordenador do Laboratório de Pesquisas em Neurónios Entéricos do DCM-UEM - Brasil)

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11/02/10


"Como uma criança antes de a ensinarem a ser grande, fui verdadeiramente fiel ao que vi e ouvi." Alberto Caeiro