Hipnoterapia e Auto-hipnose

Hipnoterapia e Auto-hipnose
Treine a sua mente. Mude o seu cérebro. Altere convicções e comportamentos.

19/11/11

Os Resultados da Hipnose


Uma análise publicada na revista American Health Magazine, elaborada pelo psicólogo americano Alfred A. Barrios, Ph.D., revelou as seguintes percentagens de recuperação em pacientes que se submeteram a três diferentes formas de terapia:


Psicanálise: 38% de recuperação após 600 sessões (cerca de 11 anos e meio);
Terapia Comportamental: 72% de recuperação após 22 sessões (cerca de 6 meses);
Hipnoterapia: 93% de recuperação após 6 sessões (cerca de 1 mês e meio).


A hipnoterapia trata o paciente como um ser único, por isso verificam-se os resultados que, nesta comparação, nos surpreendem. Esta é uma estatística formada por indivíduos e não por uma multidão. Ou seja, uma abordagem terapêutica específica a cada indivíduo e não genérica.


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09/11/11

Relembrando...

"Começa em ti a mudança que queres ver nos outros!" Mahatma Ghandi


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04/11/11

Ciência confirma influência da hipnose no cérebro

"A hipnose ainda projeta certa aura de mistério, mas a técnica pode ser uma ferramenta interessante para tratar uma série de distúrbios que incluem um componente mental ou emocional. Estudos recentes revelam que não há nada de mágico na hipnose: ela parece utilizar estados fisiológicos totalmente normais do cérebro para alcançar seus efeitos. 

É o que conta o médico Osmar Ribeiro Colás, do Departamento de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenador do grupo de estudos de hipnose da instituição. Um dos primeiros reconhecimentos abrangentes do potencial cientificamente comprovado da técnica veio em 1996, quando o Instituto Nacional de Saúde dos EUA (principal órgão de pesquisa médica do país) reconheceu sua eficácia para aliviar a dor em doenças crônicas, como o câncer. "A mística [da hipnose] sempre existiu e sempre vai existir, mas seu funcionamento está bem caracterizado por estudos neurológicos", afirma Colás. 

Esses trabalhos usaram tomografia funcional (ou seja, técnicas que acompanham mudanças nas várias regiões do cérebro) para ver o que acontece na mente de uma pessoa hipnotizada. Segundo o médico da Unifesp, a hipnose pode ser usada como ferramenta por profissionais como médicos, psicólogos e dentistas.

Para ele, a técnica se encaixa de forma mais adequada na psicoterapia cognitiva e comportamental, podendo ajudar pacientes que sofrem com distúrbios da ansiedade, depressão, fobias, várias formas de dor, além dos que lutam contra a hipertensão, asma e obesidade. 

No caso da dor, acredita-se que a hipnose possa modular a resposta emocional do paciente ao problema. Como uma dor crônica causada pelo câncer, por exemplo, não inclui só o componente físico, mas também o lado emocional de lidar com o problema, seria possível desviar a atenção do paciente da situação pela qual está passando. 

Segundo Colás, essa é a chave da hipnose. "Ela envolve processos fisiológicos normais, mas faz com que a atenção do paciente seja focalizada em outro aspecto, afastando as barreiras racionais que ele têm para aceitar o que está sendo dito a ele. Dessa forma, as áreas do cérebro que têm a ver com a ação desejada acabam sendo ativadas", afirma o médico. 
 Notícia publicada em Julho de 2011 no Globe.com (Brasil)
É a nossa mente, e nada mais para além da nossa mente, que nos aprisiona, ou que nos condena...ou nos Liberta! Tal como nos dizia Épicteto, o filósofo estoico, "Não são as coisa ou as pessoas que nos incomodam, mas sim aquilo que pesamos delas."