Hipnoterapia e Auto-hipnose

Hipnoterapia e Auto-hipnose
Treine a sua mente. Mude o seu cérebro. Altere convicções e comportamentos.

26/05/10

Janela Sobre o Corpo

A Igreja diz:
O corpo é uma culpa.
A Ciência diz:
O corpo é uma máquina.
A publicidade diz:
O corpo é um negócio.
O corpo diz: Eu sou uma festa.

(de Eduardo Galeano)

O Pecado da Carne...

Como se Instalam os Paradigmas e as Convicções Sexuais...

"
Desde que o mundo é mundo, a sexualidade é parte essencial da vida do homem. Tem ocupado lugar na mitologia, na filosofia, nas artes, em toda a forma de representação e conhecimento humano.

O ser humano é confrontado, desde a aurora de sua existência, com uma dupla dimensão: de um lado o Cosmos, o mundo natural em que está inserido e, do outro, o seu corpo e mais precisamente o carácter sexual desse corpo. É a partir dessa dupla polaridade que ele se insere no mundo e cria os símbolos da sua existência social e dos seus mitos.

Alguns acontecimentos da nossa História ilustram a importância da sexualidade na cultura:

A civilização babilônica, o nosso ancestral cultural mais antigo, cultivava o amor sensual e orgulhava-se disso. Outro exemplo destes diferentes modos de viver a sexualidade é a pederastia (relação entre homens maduros e jovens) na Grécia antiga. Essas relações ocupavam lugar de destaque naquela sociedade e tinham a função de transformar o jovem em cidadão da Pólis. Chamadas de homofilia por alguns estudiosos, essas relações evoluíam para a amizade (
philia) entre os mais velhos e os jovens adultos e não tinham o sentido de homossexualidade como a entendemos hoje.

Segundo historiadores, foi o Cristianismo que introduziu a noção de “pecado da carne”, embora desde a Antiguidade já existisse a exortação ao domínio de si e dos prazeres. Ainda hoje é possível encontrar na sexualidade e nas práticas sexuais, sinais legados pelo Cristianismo para a história da civilização ocidental, associados a interditos (proibições), como a noção de culpa.

Os tabús têm origem em diferentes épocas e culturas: o incesto, por exemplo, relaciona-se com a melhoria biológica da espécie; já a exigência da preservação da virgindade feminina antes do casamento aparece na sociedade ocidental num momento de mudança político-económica, em que a propriedade privada ocupa lugar de destaque no campo social. A transmissão de bens materiais e de propriedades deveria dar-se unicamente aos descendentes legítimos (a virgindade da mulher, ao casar-se, e a fidelidade ao marido seriam a garantia disso).

Os séculos XII e XIII foram marcados pela moral sexual do mundo cristão porque, nessa época, as normas fixaram-se em três direções: o pecado; a separação entre clérigos e leigos; e o casamento. O matrimónio surge como uma concessão, um remédio para tratar o ardor do desejo sexual. Disse o apóstolo Paulo aos coríntios: “É bom para o homem abster-se da mulher. Mas, por causa das fornicações, que cada homem tenha sua mulher, e, cada mulher, seu marido.” (I Cor, VII, 1-2) Toda a Idade Média é marcada pela noção do pecado. É o período em que se queimavam as mulheres acusadas de bruxaria e do apogeu das práticas de auto-flagelação.

A “Era Vitoriana”, no século XIX, durante o reinado da Rainha Vitória na Inglaterra, ficou bastante conhecida pela rígida repressão das práticas sexuais, acompanhadas de intensa valorização da vida familiar.

Já na segunda metade do século XX, assistimos nas sociedades ocidentais a uma verdadeira revolução nas relações homem/mulher e no papel social feminino. Por exemplo, através da introdução da pílula anti-concepcional no mercado, na década de 60, que proporcionou a separação entre o acto sexual e procriação."

É então possível alterar, adaptar e reconstruir as convicções e os paradigmas vigentes em cada época. Basta que o ser humano assim o entenda, assim o deseje e o faça, tendo em conta o seu bem-estar e o respeito por si e pelos outros.

in EducaRede.org

12/05/10

O Leite, o Cancro e outras doenças: uma relação sustentada!

"É preciso redobrar a nossa atenção no que se refere ao consumo regular de leite e dos seus derivados (lactose). Cada vez mais pesquisas alertam-nos sobre os perigos destes alimentos, indicando-os como origem de várias doenças para o ser humano: alergias, obesidade, diabetes tipo 2, osteoporose, hipertensão, alguns tipos de cancro (da mama, dos ovários, da próstata), otites de repetição (em crianças), etc.

O leite, alimento destinado pela natureza a alimentar os jovens de cada espécie, é especialmente designado para o rápido crescimento das crianças. Nenhuma espécie de mamíferos consome leite na idade adulta.

Para quase 25% das pessoas, a intolerância aos laticínios pode causar reacções alérgicas, fraca digestão e o aparecimento de alteração de mucosa gastro-intestinal. O organismo humano, em geral, não processa facilmente o leite de vaca, o creme de leite ou o queijo. Temos a tendência de ingerir em excesso esse tipo de alimentos, o que provoca uma contínua e cumulativa tensão nos órgãos de excreção e no sistema venoso.

Mesmo as pessoas que não apresentam sensibilidade aos laticínios reportam o aumento de energia ao pararem de consumi-los. Por causa da alta taxa de gordura encontrada nesses alimentos, a diminuição de seu consumo significa redução proporcional efectiva na perda de peso, assim como a diminuição da pressão sanguínea e dos níveis de colesterol.

Há dois elementos no leite e seus derivados que devem ser quebrados por enzimas orgânicas: lactose e caseína.

A lactose é quebrada pela enzima lactase, e a caseína é quebrada pela enzima renina. Por volta dos 4 anos, a renina deixa de existir no trato digestivo, assim como a lactase numa parcela da população. Essa é a forma sábia de a Natureza nos mostrar o momento de descontinuarmos certos alimentos.

A caseína é uma proteína do leite que se encontra trezentas vezes mais no leite de vaca do que no leite humano. Tem a consistência de cola, promovendo aderência de muco nas membranas celulares, especialmente no sistema respiratório.

O corpo humano não possui mecanismo digestivo para degradar a caseína, promovendo o aumento de secreções, muco, irritações e obstruções do sistema respiratório, o que induz o aparecimento de asma, bronquites, sinusites, coriza, infecções de ouvido, etc. O leite e seus derivados são os principais causadores de alergias.

Os indivíduos com intolerância à lactose apresentam normalmente gases, distenção abdominal, cólicas e diarréia, que desaparecem poucas semanas após a suspensão do leite e seus derivados. Cerca de 40% das crianças abaixo de 6 anos apresentam otite de repetição, associada ao leite de vaca. Há evidências de que bebés até aos 6 meses que bebem leite de vaca tem incidência aumentada de diabetes Tipo I. De acordo com o médico Hans Michael Dosch, da Universidade de Toronto, uma das proteínas do leite é muito parecida com as moléculas da superfície das células Beta do pâncreas, que produzem insulina. Quando o sistema imunológico reconhece a proteína do leite como corpo estranho, ataca-a, e isso causa ataque similar às células Beta, destruindo sua habilidade de produzir insulina e eventualmente causando diabetes.

O leite comercial é conhecido como o maior causador de deficiência de ferro em bebés, não sendo aconselhável o uso de leite de vaca antes do 1 ano de idade. Somando-se a isso, há o risco dos pesticidas, antibióticos e resíduos hormonais. Quanto mais gordurosos são o leite e seus derivados, mais se encontram os pesticidas, pois estes têm afinidade pela gordura.

Ao contrário do que diz a publicidade, os laticínios não são a melhor fonte de cálcio. A absorção é pobre por causa da pasteurização, do processamento, do alto teor de gordura e da relação de desequilíbrio quanto ao consumo de fósforo. Resíduos hormonais e aditivos encontrados nas pastagens do gado influem na incompleta absorção de cálcio e outros minerais. Em testes realizados com animais, os bezerros que foram alimentados com o próprio leite materno, mas primeiramente pasteurizado, não viveram mais do que seis semanas.

Relativamente á relação existente entre o consumo de leite e seus derivados e o cancro da mama, dos ovários e da próstata, um estudo publicado em Agosto de 2005 pelo International Journal of Cancer (o jornal oficial do International Union Against Cancer), confirma a forte possibilidade de desenvolver estes cancros ao efectivar-se o consumo destes alimentos. Ver artigo do ScienceDaily aqui)."

(Fontes: ScienceDaily, Instituto Ciencia Hoje e W.Rondó Medical Center e livro: “O Leite que ameaça as mulheres”, um documento explosivo: o consumo de derivados do leite teria uma influência preponderante sobre os cânceres de mama; Raphaël Nogier, Ícone Editora Ltda, São Paulo, 1999.)

03/05/10

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